O presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas (SP), desembargador Luis Carlos Cândido Martins Sotero da Silva, concedeu liminar em pedido feito por entidades sindicais quinta-feira, na qual suspende até a quinta-feira da semana que vem (dia 5) as 4.270 demissões efetuadas pela Embraer, anunciadas na semana passada.
De acordo com o advogado do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), Aristeu Pinto Neto, a entidade que representa recebeu um comunicado oficial do TRT de Campinas por volta das 10 horas desta sexta-feira.
Segundo ele, a decisão veta qualquer demissão que eventualmente seja anunciada pela companhia até a próxima quinta-feira, às 9 horas, quando ocorrerá uma audiência de conciliação entre a direção da fabricante brasileira de aeronaves e os representantes dos trabalhadores da Embraer. A Embraer também foi notificada, mas a assessoria de imprensa não confirmou ainda que recebeu o texto que comunica a decisão da liminar concedida pelo desembargador Luis Carlos Candido Martins Sotero da Silva.De acordo com o coordenador geral da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), José Maria de Almeida, a liminar tem efeito imediato e suspende também futuras demissões da empresa. "Isso não termina a nossa luta. Vamos pedir para que o governo reassuma o controle acionário da empresa", diz. A ação de dissídio coletivo para suspender as demissões foi protocolada ontem por representantes da Conlutas, Força Sindical e dos sindicatos dos metalúrgicos de São José dos Campos e Botucatu, no interior do Estado de São Paulo. Na ação, as entidades sindicais argumentam que a Embraer ignorou os sindicatos e não negociou antes de oficializar a demissão em massa.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
PT paulista responde a acusações de Serra
"Se há alguma administração que tem como prática esconder a origem de recursos em obras públicas, é a gestão Serra/Kassab na prefeitura da cidade de São Paulo", acusa o presidente regional do PT de São Paulo, na "Nota à Imprensa" com a qual rebate as acusações feitas publicamente pelo governador e presidenciável tucano José Serra, de que prefeitos do nosso partido "pirateiam" obras e não informam nas placas e na propaganda que elas tem participação também do governo do Estado.Conheça, abaixo, a íntegra da "Nota à Imprensa" da direção estadual do PT paulista:"O governador José Serra, em ato oficial do governo, desferiu de maneira gratuita ataques aos prefeitos petistas de nosso Estado, acusando-os de não dar a devida publicidade aos convênios com o governo paulista na realização de ações em seus municípios.Diferentemente do que afirma o governador, os prefeitos do Partido dos Trabalhadores tem posição republicana com relação aos convênios mantidos com outras esferas de governo. Se há descumprimento de acordos, o governo do Estado tem mecanismos legais para apurá-los e tomar as medidas cabíveis a cada caso, devendo deixar de lado a postura partidária.O governador Serra age de forma ofensiva, abrindo caminho para descriminar as administrações petistas – a exemplo do que já ocorreu durante o governo de Geraldo Alckimin.Finalmente, se há alguma administração que tem como prática esconder a origem de recursos em obras públicas, é a gestão Serra/Kassab na prefeitura da cidade de São Paulo, que não cita as verbas federais em intervenções como o Programa de Mananciais, Expresso Tiradentes e os programas de urbanização de favelas, como a Paraisópolis, como ocorreu, inclusive, durante a campanha eleitoral de 2008.Esperamos que a antecipação da agenda eleitoral – tão afeita ao pré-candidato do PSDB à presidência da República, não contamine a gestão do Estado no melhor interesse público, de forma imparcial e impessoal.
Comissão Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores"
Comissão Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores"
Embraer diz não ter como evitar demissões e só volta a contratar em três anos
O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse hoje (25) ao presidente Lula que não tem como recontratar os 4,2 mil funcionários demitidos na semana passada, a curto prazo.Questionado pelo presidente Lula, Curado disse:"Só poderíamos voltar atrás [nas demissões] se houvesse uma retomada das encomendas, o que não está previsto em curto prazo"."As encomendas e o nível de produção, queda de 30%, vão demorar dois, três anos para serem recuperados""O problema não está na empresa e não está no Brasil. Está fora do Brasil, de onde nós temos mais de 90 por cento da nossa receita"Os problemas da empresa são:- queda de 30% na produção por causa da crise financeira mundial;- 90% dos aviões da empresa vão para os países desenvolvidos, mais atingidos pela atual crise.- cancelamentos de encomendas e adiamento de entregas previstas para 2011 e 2012;- a empresa vem enfrentando dificuldades desde julho do ano passado;Questionado porque a empresa não optou por férias coletivas, Curado respondeu que esse tipo de dispensa temporária só é válida quando há previsão de melhora em curto prazo o que, segundo ele, não é o cenário que a Embraer vislumbra. "A empresa não foi intempestiva, inconseqüente, irresponsável. Está há meses tentando se sustentar", afirmou.O presidente da Embraer disse que, em 2001, a produção caiu devido aos ataques terroristas nos Estados Unidos, obrigando a dispensa de 15% do pessoal [agora são 20%]. Mas garantiu que "tão logo as encomendas voltem a se confirmar, temos interesse em contratar as pessoas", disse.Também disse que estudará o apelo do presidente Lula para que a empresa aumente o auxílio oferecido aos demitidos. Frederico Curado já se comprometeu a manter benefícios como o seguro médico dos demitidos e de suas famílias por um ano.Também disse que não pretende despedir mais funcionários.O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, explicou que os empréstimos do BNDES que beneficiam a Embraer são feitos diretamente às empresas que compram os aviões da Embraer.Logo, se a Embraer não vende, não é beneficiada com novos empréstimos do BNDES.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Dez conselhos para os militantes de esquerda
1. Mantenha viva a indignação.
Verifique periodicamente se você é mesmo de esquerda. Adote o critério de Norberto Bobbio: a direita considera a desigualdade social tão natural quanto a diferença entre o dia e a noite. A esquerda a encara como uma aberração a ser erradicada.
Cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus social-democrata, cujos principais sintomas são usar métodos de direita para obter conquistas de esquerda e, em caso de conflito, desagradar aos pequenos para não ficar mal com os grandes.
2. A cabeça pensa onde os pés pisam.
Não dá para ser de esquerda sem "sujar" os sapatos lá onde o povo vive, luta, sofre, alegra-se e celebra suas crenças e vitórias. Teoria sem prática é fazer o jogo da direita.
3. Não se envergonhe de acreditar no socialismo.
O escândalo da Inquisição não faz os cristãos abandonarem os valores e as propostas do Evangelho. Do mesmo modo, o fracasso do socialismo no Leste europeu não deve induzi-lo a descartar o socialismo do horizonte da história humana.
O capitalismo, vigente há 200 anos, fracassou para a maioria da população mundial. Hoje, somos 6 bilhões de habitantes. Segundo o Banco Mundial, 2,8 bilhões sobrevivem com menos de US$ 2 por dia. E 1,2 bilhão, com menos de US$ 1 por dia. A globalização da miséria só não é maior graças ao socialismo chinês que, malgrado seus erros, assegura alimentação, saúde e educação a 1,2 bilhão de pessoas.
4. Seja crítico sem perder a autocrítica.
Muitos militantes de esquerda mudam de lado quando começam a catar piolho em cabeça de alfinete. Preteridos do poder, tornam-se amargos e acusam os seus companheiros (as) de erros e vacilações. Como diz Jesus, vêem o cisco no olho do outro, mas não a trave no próprio olho. Nem se engajam para melhorar as coisas. Ficam como meros espectadores e juízes e, aos poucos, são cooptados pelo sistema.
Autocrítica não é só admitir os próprios erros. É admitir ser criticado pelos (as) companheiros (as).
5. Saiba a diferença entre militante e "militonto".
"Militonto" é aquele que se gaba de estar em tudo, participar de todos os eventos e movimentos, atuar em todas as frentes. Sua linguagem é repleta de chavões e os efeitos de sua ação são superficiais.
O militante aprofunda seus vínculos com o povo, estuda, reflete, medita; qualifica-se numa determinada forma e área de atuação ou atividade, valoriza os vínculos orgânicos e os projetos comunitários.
6. Seja rigoroso na ética da militância.
A esquerda age por princípios. A direita, por interesses. Um militante de esquerda pode perder tudo: a liberdade, o emprego, a vida. Menos a moral. Ao desmoralizar-se, desmoraliza a causa que defende e encarna. Presta um inestimável serviço à direita.
Há pelegos disfarçados de militante de esquerda. É o sujeito que se engaja visando, em primeiro lugar, sua ascensão ao poder. Em nome de uma causa coletiva, busca primeiro seu interesse pessoal.
O verdadeiro militante, como Jesus, Gandhi, Che Guevara, é um servidor, disposto a dar a própria vida para que outros tenham vida. Não se sente humilhado por não estar no poder, ou orgulhoso ao estar. Ele não se confunde com a função que ocupa.
7. Alimente-se na tradição da esquerda.
É preciso oração para cultivar a fé, carinho para nutrir o amor do casal, “voltar às fontes" para manter acesa a mística da militância. Conheça a história da esquerda, leia (auto)biografias, como o "Diário do Che na Bolívia", e romances como "A Mãe", de Gorki, ou "As Vinhas de Ira", de Steinbeck.
8. Prefira o risco de errar com os pobres a ter a pretensão de acertar sem eles.
Conviver com os pobres não é fácil. Primeiro, há a tendência de idealizá-los. Depois, descobre-se que entre eles há os mesmos vícios encontrados nas demais classes sociais. Eles não são melhores nem piores que os demais seres humanos. A diferença é que são pobres, ou seja, pessoas privadas injusta e involuntariamente dos bens essenciais à vida digna. Por isso, estamos ao lado deles. Por uma questão de justiça.
Um militante de esquerda jamais negocia os direitos dos pobres e sabe aprender com eles.
9. Defenda sempre o oprimido, ainda que, aparentemente, ele não tenha razão.
São tantos os sofrimentos dos pobres do mundo que não se pode esperar deles atitudes que nem sempre aparecem na vida daqueles que tiveram uma educação refinada.
Em todos os setores da sociedade há corruptos e bandidos. A diferença é que, na elite, a corrupção se faz com a proteção da lei e os bandidos são defendidos por mecanismos econômicos sofisticados, que permitem que um especulador leve uma nação inteira à penúria.
A vida é o dom maior de Deus. A existência da pobreza clama aos céus. Não espere jamais ser compreendido por quem favorece a opressão dos pobres.
10. Faça da oração um antídoto contra a alienação.
Orar é deixar-se questionar pelo Espírito de Deus. Muitas vezes, deixamos de rezar para não ouvir o apelo divino que exige a nossa conversão, isto é, a mudança de rumo na vida. Falamos como militantes e vivemos como burgueses, acomodados ou na cômoda posição de juízes de quem luta.
Orar é permitir que Deus subverta a nossa existência, ensinando-nos a amar, assim como Jesus amava, libertadoramente.
Verifique periodicamente se você é mesmo de esquerda. Adote o critério de Norberto Bobbio: a direita considera a desigualdade social tão natural quanto a diferença entre o dia e a noite. A esquerda a encara como uma aberração a ser erradicada.
Cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus social-democrata, cujos principais sintomas são usar métodos de direita para obter conquistas de esquerda e, em caso de conflito, desagradar aos pequenos para não ficar mal com os grandes.
2. A cabeça pensa onde os pés pisam.
Não dá para ser de esquerda sem "sujar" os sapatos lá onde o povo vive, luta, sofre, alegra-se e celebra suas crenças e vitórias. Teoria sem prática é fazer o jogo da direita.
3. Não se envergonhe de acreditar no socialismo.
O escândalo da Inquisição não faz os cristãos abandonarem os valores e as propostas do Evangelho. Do mesmo modo, o fracasso do socialismo no Leste europeu não deve induzi-lo a descartar o socialismo do horizonte da história humana.
O capitalismo, vigente há 200 anos, fracassou para a maioria da população mundial. Hoje, somos 6 bilhões de habitantes. Segundo o Banco Mundial, 2,8 bilhões sobrevivem com menos de US$ 2 por dia. E 1,2 bilhão, com menos de US$ 1 por dia. A globalização da miséria só não é maior graças ao socialismo chinês que, malgrado seus erros, assegura alimentação, saúde e educação a 1,2 bilhão de pessoas.
4. Seja crítico sem perder a autocrítica.
Muitos militantes de esquerda mudam de lado quando começam a catar piolho em cabeça de alfinete. Preteridos do poder, tornam-se amargos e acusam os seus companheiros (as) de erros e vacilações. Como diz Jesus, vêem o cisco no olho do outro, mas não a trave no próprio olho. Nem se engajam para melhorar as coisas. Ficam como meros espectadores e juízes e, aos poucos, são cooptados pelo sistema.
Autocrítica não é só admitir os próprios erros. É admitir ser criticado pelos (as) companheiros (as).
5. Saiba a diferença entre militante e "militonto".
"Militonto" é aquele que se gaba de estar em tudo, participar de todos os eventos e movimentos, atuar em todas as frentes. Sua linguagem é repleta de chavões e os efeitos de sua ação são superficiais.
O militante aprofunda seus vínculos com o povo, estuda, reflete, medita; qualifica-se numa determinada forma e área de atuação ou atividade, valoriza os vínculos orgânicos e os projetos comunitários.
6. Seja rigoroso na ética da militância.
A esquerda age por princípios. A direita, por interesses. Um militante de esquerda pode perder tudo: a liberdade, o emprego, a vida. Menos a moral. Ao desmoralizar-se, desmoraliza a causa que defende e encarna. Presta um inestimável serviço à direita.
Há pelegos disfarçados de militante de esquerda. É o sujeito que se engaja visando, em primeiro lugar, sua ascensão ao poder. Em nome de uma causa coletiva, busca primeiro seu interesse pessoal.
O verdadeiro militante, como Jesus, Gandhi, Che Guevara, é um servidor, disposto a dar a própria vida para que outros tenham vida. Não se sente humilhado por não estar no poder, ou orgulhoso ao estar. Ele não se confunde com a função que ocupa.
7. Alimente-se na tradição da esquerda.
É preciso oração para cultivar a fé, carinho para nutrir o amor do casal, “voltar às fontes" para manter acesa a mística da militância. Conheça a história da esquerda, leia (auto)biografias, como o "Diário do Che na Bolívia", e romances como "A Mãe", de Gorki, ou "As Vinhas de Ira", de Steinbeck.
8. Prefira o risco de errar com os pobres a ter a pretensão de acertar sem eles.
Conviver com os pobres não é fácil. Primeiro, há a tendência de idealizá-los. Depois, descobre-se que entre eles há os mesmos vícios encontrados nas demais classes sociais. Eles não são melhores nem piores que os demais seres humanos. A diferença é que são pobres, ou seja, pessoas privadas injusta e involuntariamente dos bens essenciais à vida digna. Por isso, estamos ao lado deles. Por uma questão de justiça.
Um militante de esquerda jamais negocia os direitos dos pobres e sabe aprender com eles.
9. Defenda sempre o oprimido, ainda que, aparentemente, ele não tenha razão.
São tantos os sofrimentos dos pobres do mundo que não se pode esperar deles atitudes que nem sempre aparecem na vida daqueles que tiveram uma educação refinada.
Em todos os setores da sociedade há corruptos e bandidos. A diferença é que, na elite, a corrupção se faz com a proteção da lei e os bandidos são defendidos por mecanismos econômicos sofisticados, que permitem que um especulador leve uma nação inteira à penúria.
A vida é o dom maior de Deus. A existência da pobreza clama aos céus. Não espere jamais ser compreendido por quem favorece a opressão dos pobres.
10. Faça da oração um antídoto contra a alienação.
Orar é deixar-se questionar pelo Espírito de Deus. Muitas vezes, deixamos de rezar para não ouvir o apelo divino que exige a nossa conversão, isto é, a mudança de rumo na vida. Falamos como militantes e vivemos como burgueses, acomodados ou na cômoda posição de juízes de quem luta.
Orar é permitir que Deus subverta a nossa existência, ensinando-nos a amar, assim como Jesus amava, libertadoramente.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Comunicado
Companheiros!
Estarei voltando com novas notícias, na Quarta-Feira de Cinzas.
Bom Carnaval à todos!
Estarei voltando com novas notícias, na Quarta-Feira de Cinzas.
Bom Carnaval à todos!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
CANSEI... o retorno - estrelando: Jarbas Vasconcelos e Orestes Quércia

Lembram-se do movimento CANSEI? A mesma "indignação"... O mesmo discurso ... a mesma hipocrisia ... do Jarbas Vasconcelos ... na mesma revista Veja.
Quércia telefonou cumprimentando Jarbas pela entrevista.
Será que agora o CANSEI decola ?
Com o PMDB serrista de Jarbas e Quércia unidos para acabar com a corrupção elegendo o José Serra, da Alstom e da SABESP?
Y Lula se ‘comió′ a la oposición
JUAN ARIAS 16/02/2009
En la política brasileña se ha producido un fenómeno único en América Latina y quizás en el mundo: el carismático presidente de la República, Luiz Inácio Lula da Silva, y su Ejecutivo, que gozan de un 84% de popularidad tras seis años de Gobierno, se han comido a la oposición. Y no lo han hecho con métodos antidemocráticos, sino apropiándose de sus banderas.Ya se sabía que Lula es un genio político, que ha sabido vencer las reticencias en el seno de su propio partido, el Partido de los Trabajadores (PT); de hecho, se dispone a elegir a una mujer, la ministra Dilma Rousseff, como su sucesora en la candidatura a la presidencia en 2010, a pesar de que nunca ha disputado unas elecciones y no es un personaje excesivamente grato para el PT. Pero lo que nadie imaginó jamás es que sería capaz de eliminar democráticamente a la oposición. Tanto a la de derechas como a la de izquierdas.¿Cómo lo ha conseguido? Con una política que, poco a poco, ha ido segando la hierba bajo los pies de sus opositores. A la derecha le ha cortado las alas mediante una política macroeconómica neoliberal que le está proporcionando buenos resultados en estos momentos de crisis financiera mundial gracias a las reservas acumuladas.Al mismo tiempo, ha puesto coto a las ínfulas de algunos de los movimientos sociales más radicales, como el de los Sin Tierra (MST), cuyas acciones ha criticado tachándolas de ilegales y a quienes ha conminado a respetar la ley vigente. Y también ha mantenido una política medioambiental más bien conservadora, algo que agrada a los terratenientes y grandes exportadores, que forman el núcleo más derechista del Parlamento.También ha frenado a las izquierdas. Ha conseguido acallar a la izquierda minoritaria con una política volcada en las capas más pobres del país, que ha hecho que seis millones de familias hayan pasado a las filas de la clase media baja y abandonado su estado de miseria atávica. Ha abierto el crédito a los pobres, que ahora, con sólo cuatro euros, pueden abrir una cuenta en el banco y tener una tarjeta de crédito, lo que les convierte en partícipes de la rueda de la economía nacional.A la otra izquierda, la moderada, también le ha puesto difíciles las cosas. Hoy en día, al Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), la formación opositora con mayores posibilidades de ganar las próximas elecciones porque cuenta con dos grandes candidatos -los gobernadores de São Paulo, José Serra, y Minas Gerais, Aecio Neves-, le resulta más difícil que antes hacer oposición. Los dos aspirantes del PSDB saben que no podrán ser elegidos contra Lula. Por ello, sólo hablan, como acaba de hacerlo Neves, de una era “pos Lula”, con un proyecto de nación que aporte algo nuevo al proyecto del presidente, que ya goza del consenso de la gran mayoría del país. Desde el primer día de su ascenso al poder, Lula ha mantenido a Henrique Meirelles, del PSDB, como presidente del Banco Central. Y ha conservado y ampliado el proyecto social Bolsa Escuela, creado por el PSDB, bautizándolo como Bolsa Familia. Este plan ayuda hoy a 12 millones de familias y ningún partido de la oposición se atrevería a criticarlo.Desde su primer mandato, Lula no sólo ha sabido concitar las aportaciones de 12 partidos a su Gobierno, sino que hasta el momento ha logrado mantener una amistad personal con los candidatos opositores Serra y Neves; ambos, además, disfrutan de buenas relaciones con el PT, e incluso no descartan gobernar junto al partido de Lula si llegan al poder.¿Pero de verdad no hay espacio para la oposición en Brasil? Porque, si así fuera, hay quien lo considera un grave obstáculo para una auténtica democracia. Podría haberlo, según varios analistas políticos, como Merval Pereira, pero el problema radica en que la oposición se ha asustado con la popularidad de Lula. Incluso hay políticos opositores, sobre todo de los Gobiernos locales, que buscan una foto junto a Lula para ganar puntos ante su electorado.Si la oposición quisiera, dicen los especialistas, podría exigir a Lula que llevara a cabo las grandes reformas que este país aún necesita para despegar a nivel mundial, como la reforma política (¿se puede gobernar con 30 partidos en el Parlamento?), la fiscal (Brasil es uno de los países del mundo con mayor carga tributaria: roza el 40%), la de la Seguridad Social (Lula sólo la ha logrado en parte y, a pesar de un escándalo de sobornos a diputados para que votaran a favor, se quedó pequeña), la agraria (no ha salido del papel), la de la educación (en Brasil aún no es obligatoria la enseñanza secundaria y la calidad de ésta es de las peor valoradas en el mundo) y, por último, la penitenciaria (los suicidios de los presos aumentaron el año pasado en un 40%).Pero todo ello choca con el muro de la dialéctica política de Lula: su carisma acaba neutralizando incluso a quienes antaño fueron sus mayores antagonistas.
En la política brasileña se ha producido un fenómeno único en América Latina y quizás en el mundo: el carismático presidente de la República, Luiz Inácio Lula da Silva, y su Ejecutivo, que gozan de un 84% de popularidad tras seis años de Gobierno, se han comido a la oposición. Y no lo han hecho con métodos antidemocráticos, sino apropiándose de sus banderas.Ya se sabía que Lula es un genio político, que ha sabido vencer las reticencias en el seno de su propio partido, el Partido de los Trabajadores (PT); de hecho, se dispone a elegir a una mujer, la ministra Dilma Rousseff, como su sucesora en la candidatura a la presidencia en 2010, a pesar de que nunca ha disputado unas elecciones y no es un personaje excesivamente grato para el PT. Pero lo que nadie imaginó jamás es que sería capaz de eliminar democráticamente a la oposición. Tanto a la de derechas como a la de izquierdas.¿Cómo lo ha conseguido? Con una política que, poco a poco, ha ido segando la hierba bajo los pies de sus opositores. A la derecha le ha cortado las alas mediante una política macroeconómica neoliberal que le está proporcionando buenos resultados en estos momentos de crisis financiera mundial gracias a las reservas acumuladas.Al mismo tiempo, ha puesto coto a las ínfulas de algunos de los movimientos sociales más radicales, como el de los Sin Tierra (MST), cuyas acciones ha criticado tachándolas de ilegales y a quienes ha conminado a respetar la ley vigente. Y también ha mantenido una política medioambiental más bien conservadora, algo que agrada a los terratenientes y grandes exportadores, que forman el núcleo más derechista del Parlamento.También ha frenado a las izquierdas. Ha conseguido acallar a la izquierda minoritaria con una política volcada en las capas más pobres del país, que ha hecho que seis millones de familias hayan pasado a las filas de la clase media baja y abandonado su estado de miseria atávica. Ha abierto el crédito a los pobres, que ahora, con sólo cuatro euros, pueden abrir una cuenta en el banco y tener una tarjeta de crédito, lo que les convierte en partícipes de la rueda de la economía nacional.A la otra izquierda, la moderada, también le ha puesto difíciles las cosas. Hoy en día, al Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), la formación opositora con mayores posibilidades de ganar las próximas elecciones porque cuenta con dos grandes candidatos -los gobernadores de São Paulo, José Serra, y Minas Gerais, Aecio Neves-, le resulta más difícil que antes hacer oposición. Los dos aspirantes del PSDB saben que no podrán ser elegidos contra Lula. Por ello, sólo hablan, como acaba de hacerlo Neves, de una era “pos Lula”, con un proyecto de nación que aporte algo nuevo al proyecto del presidente, que ya goza del consenso de la gran mayoría del país. Desde el primer día de su ascenso al poder, Lula ha mantenido a Henrique Meirelles, del PSDB, como presidente del Banco Central. Y ha conservado y ampliado el proyecto social Bolsa Escuela, creado por el PSDB, bautizándolo como Bolsa Familia. Este plan ayuda hoy a 12 millones de familias y ningún partido de la oposición se atrevería a criticarlo.Desde su primer mandato, Lula no sólo ha sabido concitar las aportaciones de 12 partidos a su Gobierno, sino que hasta el momento ha logrado mantener una amistad personal con los candidatos opositores Serra y Neves; ambos, además, disfrutan de buenas relaciones con el PT, e incluso no descartan gobernar junto al partido de Lula si llegan al poder.¿Pero de verdad no hay espacio para la oposición en Brasil? Porque, si así fuera, hay quien lo considera un grave obstáculo para una auténtica democracia. Podría haberlo, según varios analistas políticos, como Merval Pereira, pero el problema radica en que la oposición se ha asustado con la popularidad de Lula. Incluso hay políticos opositores, sobre todo de los Gobiernos locales, que buscan una foto junto a Lula para ganar puntos ante su electorado.Si la oposición quisiera, dicen los especialistas, podría exigir a Lula que llevara a cabo las grandes reformas que este país aún necesita para despegar a nivel mundial, como la reforma política (¿se puede gobernar con 30 partidos en el Parlamento?), la fiscal (Brasil es uno de los países del mundo con mayor carga tributaria: roza el 40%), la de la Seguridad Social (Lula sólo la ha logrado en parte y, a pesar de un escándalo de sobornos a diputados para que votaran a favor, se quedó pequeña), la agraria (no ha salido del papel), la de la educación (en Brasil aún no es obligatoria la enseñanza secundaria y la calidad de ésta es de las peor valoradas en el mundo) y, por último, la penitenciaria (los suicidios de los presos aumentaron el año pasado en un 40%).Pero todo ello choca con el muro de la dialéctica política de Lula: su carisma acaba neutralizando incluso a quienes antaño fueron sus mayores antagonistas.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
29 anos de luta e história
No último dia 10 de fevereiro, o Partido dos Trabalhadores completou 29 anos de luta e história.
Aqui em Botucatu, pela primeira vez (contrariando o PIG de B) o PT celebrou esta data com uma grande comemoração.
Cerca de 90 pessoas estiveram presentes, onde sob o comando do Presidente Carlão, foi visto um filme sobre os 29 anos. Em seguida, houve vários depoimentos dos presentes, sobre a bela trajetória do Partido.
Após, foi partir para a comemoração dos 29 anos, com muita música ao vivo, salgados, refrigerantes e cerveja.
Entre os presentes, vale destacar as presenças dos companheiros Ielo, Pinho, o Vereador Carlos Trigo, o ex-vereador Claudião. Os vereadores Lelo Pagani e Prof. Gamito, justificaram a ausência por compromissos particulares.
Entre os depoimentos, o que chamou mais atenção foi o do companheiro Ielo, onde disse que saiu do Governo mais Socialista do que quando entrou. E que nós temos o dever de lutar contra o Neoliberalismo que está aí.
Ficou claro com esta Festa que o PT está mais unido do que nunca e não temos que reconstruir nada, porque nada foi destruído!
Aqui em Botucatu, pela primeira vez (contrariando o PIG de B) o PT celebrou esta data com uma grande comemoração.
Cerca de 90 pessoas estiveram presentes, onde sob o comando do Presidente Carlão, foi visto um filme sobre os 29 anos. Em seguida, houve vários depoimentos dos presentes, sobre a bela trajetória do Partido.
Após, foi partir para a comemoração dos 29 anos, com muita música ao vivo, salgados, refrigerantes e cerveja.
Entre os presentes, vale destacar as presenças dos companheiros Ielo, Pinho, o Vereador Carlos Trigo, o ex-vereador Claudião. Os vereadores Lelo Pagani e Prof. Gamito, justificaram a ausência por compromissos particulares.
Entre os depoimentos, o que chamou mais atenção foi o do companheiro Ielo, onde disse que saiu do Governo mais Socialista do que quando entrou. E que nós temos o dever de lutar contra o Neoliberalismo que está aí.
Ficou claro com esta Festa que o PT está mais unido do que nunca e não temos que reconstruir nada, porque nada foi destruído!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
A Crise e a Mídia
Numa época de crise internacional, desenvolve-se hoje, claramente, no Brasil uma campanha de extinção da confiança e de destruição da economia nacional. Por motivos políticos, as grandes empresas jornalísticas utilizam a desinformação, a fragmentação, a descontextualização e a amplificação imprópria para semear a desconfiança e pulverizar a confiança do brasileiro. Um terrorista que carrega no cinto uma fieira de bombas pode matar 20, 30, quem sabe 200 pessoas. O terrorista munido de letras infectadas, entretanto, maquiavelicamente destrói milhares de negócios e empreendimentos. Ele leva à falência seu principal fornecedor, afugenta seu parceiro estratégico e, principalmente, espanta seu cliente. Por trás dos grandes jornais e revistas, instala-se hoje o pior e mais covarde terrorista. Ele instaura o medo, e assim paralisa máquinas, interrompe projetos e baixa as portas do comércio. Ele deturpa, recorta, oculta, edita e espetaculariza a crise internacional. Sua guerra é "biológica". Ele tenta contaminar a tudo e a todos com a desconfiança. Este é o pior terrorista, o que joga contra você e contra o seu negócio. O dicionário Aurélio define terrorismo com absoluta clareza: Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror. Esta tem sido justamente a prática de profissionais lotados nas redações das principais empresas jornalísticas do Rio de Janeiro e de São Paulo, distribuidores de "notícias" para o resto da mídia nacional. Bombardeio diário Os sites desses veículos de comunicação têm realizado um bombardeio diário de informações negativas, destinadas a disseminar e ampliar o pessimismo entre os brasileiros. Perceba: cada número é minuciosamente estudado para que a manchete promova receio e apreensão. Mesmo que determinado setor tenha experimentado crescimento no ano, logo se encontra uma maneira de sensacionalizar algum arrefecimento nos negócios. Escreve lá o dedicado redator: "esta é a pior taxa de aceleração numa primeira semana de dezembro dos últimos 10 anos no Oeste de Santa Catarina". Ou seja, seleciona-se apenas o que assusta, o que amarra, o que bloqueia. Este, meu amigo e minha amiga, é o pior terrorista. Ele assassina a Matemática. Ele confunde propositalmente diminuição no ritmo de aceleração com retração. Até setores que crescem passam a figurar na página de más notícias. A companhia X vendia 300 mil unidades de brinquedos por mês em Agosto. Passou a 315 mil em Setembro. Em Outubro, colocou no mercado 340 mil; em Novembro, 318. E fechou Dezembro com 390 mil. Esses resultados não são efetivamente desanimadores. Nesses casos, a imprensa terrorista diariamente pinça o que há de pior. Noticiará ruidosamente a queda nas vendas entre Outubro e Novembro. Ignorará levianamente o pico de demanda no 12 de Outubro, Dia das Crianças. Por último, tentará comparar os números de Dezembro de 2.008 com outros Dezembros, procurando mostrar que o crescimento foi menor do que o esperado. Detalhe: se a comparação entre os Dezembros mostrar incremento substancial nas vendas, a ordem de vários chefes de redação será suprimir a informação. Em alguns casos, o fato é apresentando de maneira confusa ao pé da matéria. Essa campanha diária tem objetivos obscuros. Os terroristas midiáticos tentam parar o Brasil para construir um argumento de contestação política. Ainda que nosso país tenha se mostrado capaz de enfrentar os efeitos da crise internacional, a imprensa brasileira abusa da auxese. Faz com que o cenário pareça muito pior aqui do que lá fora. A comparação entre sites jornalísticos brasileiros, norte-americanos e europeus é estupefaciente. Faz parecer que a crise é mais destrutiva aqui do que lá. Ameaça e antídoto A mídia terrorista tem atingido parcialmente seu intento. Tem imobilizado empreendedores, motivado demissões preventivas, interrompido projetos e assustado o consumidor. O terrorista midiático cria, portanto, um processo de paranóia coletiva, que pouco a pouco, em efeito dominó, derruba o complexo sistema de trocas econômicas. Em nome de objetivos egoístas e mesquinhos, politicamente particulares, a mídia terrorista está sufocando seu mercado, destruindo seu negócio e assassinando o seu sonho. O terrorista midiático nunca tem nada a perder. Mercenário de carteira assinada ou free-lancer, ele está sempre seguro. E frequentemente seus atos de sabotagem lhe rendem generosíssimas gratificações. Em suas linhas de retaguarda, alinham-se os cavaleiros do apocalipse, como os publicitários nizânicos e certa malta de economistas uspeanos. Estes últimos, em suas pavoneações de rádio, atemorizam sistematicamente o cidadão. -- Não comprem. Não comprem. Não gastem dinheiro algum – ordenam, do alto da cátedra. Essa, pois, é a receita para que o próprio cidadão, mais à frente, perca o emprego. Um hipotético trabalhador da indústria da informática foge da sorveteria que tanto aprecia. Com a queda na demanda, a dona da sorveteria deixa de ir à cabeleireira, a cabeleireira desiste de adquirir cosméticos, a fábrica de cosméticos demite 20% de sua mão-de-obra, as demitidas adiam o projeto de comprar um computador. E, pronto, o previdente ouvinte de rádio, trabalhador da indústria da informática, está na rua. Sem invencionices, essa é a dinâmica das relações econômicas na sociedade. E é nessa perversa reação em cadeia que o terrorista midiático aposta todos os dias. Ele conspira para destruir seu negócio, para roubar o emprego de seus clientes e consumidores. Enfim, ele pretende criar dificuldades para você e para sua família. Em épocas de crise, os ousados e confiantes prosperam. Quando a fumaça se dissipa, estão fortalecidos, à frente na disputa concorrencial. Aproveite a oportunidade. Valorize e recicle sua equipe. Descubra novos nichos de mercado. Qualifique seus produtos e serviços. Quanto aos terroristas, tome uma atitude. Interrompa imediatamente a publicação de anúncios nas redes da mídia terrorista. Suspenda já a assinatura dos veículos de comunicação dedicados a destruir seu negócio. Xô, terrorismo! Não deixe a crise entrar na sua empresa nem na sua casa.
Mauro Carrara é jornalista e consultor internacional em assuntos de cooperação econômica estratégica.
Mauro Carrara é jornalista e consultor internacional em assuntos de cooperação econômica estratégica.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
A tentativa aloprada dos Tucanos de cassarem Dilma no tapetão
A leitora Lea alerta a KGB Lulista para o andamento de uma ação na justiça contra Dilma e Tarso Genro (tendo como fonte o Portal Terra).No final da CPI do "caosaéreo" o Dep. tucano Carlos Sampaio, sob holofotes do PIG, protocolou ação na Justiça Federal contra Dilma Roussef e Tarso Genro, por causa da conspiração entre Álvaro Dias e a Revista Veja, sobre o falso dossiê de gastos de FHC na presidência da República.O Juiz Federal que recebeu a ação, simplesmente a remeteu para o STF, em julho de 2008, pois trata-se da corte que julga ministros de Estado.Pelo trâmite, o STF sorteia o Juiz que cuidará do caso, e podem ficar calmos, porque não foi Gilmar Mendes o sorteado, foi Ricardo Lewandowski.Lewandowski, também seguindo o rito normal das ações que ingressam no STF, apenas enviou o processo para o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, emitir seu parecer (se estão bem fundamentadas, etc.).É sobre este movimento que fala a notícia de hoje, citada por Lea.O PGR estudará a ação, e devolverá a Lewandowski, recomendando arquivar ou abrir processo, caso entenda haver indícios suficientemente fundamentados, a ponto de exigir defesa dos acusados.Lewandowski, pode acatar o parecer o PGR ou tomar decisão diferente (o que é raro).Mesmo que a ação seja aberta, por meras suspeitas (como foi amplamente coberto pela imprensa), os acusados tem direito de defesa. E só depois de ouvir a defesa, haverá sentença, que poderia condenar ou inocentar.Se vai abrir processo ou não, eu não sei.Mas, pelo que foi amplamente noticiado e conspirado na imprensa, tentaram pegar Dilma de tudo quanto é jeito e não conseguiram.Ficou tudo na questão de interpretação dos fatos ao gosto do freguês. Por isso, não vejo como condenar Dilma, nem Tarso.Caso esse processo não seja arquivado, terá o mesmo efeito que teve a tentativa dos DEMOs de cassar do atual prefeito de Recife: alavancou a candidatura dele.Do ponto de vista do eleitor, quem não acredita no teste de hipótese do "dossiê" (e quase ninguém acredita mais, depois que ficou comprovada a conspiração de Álvaro Dias) se mobilizará para defender Dilma, dando mais gás em plena campanha.Até quem acredita no dossiê, não vê razões para tratar FHC como vítima, quando tudo o que havia na planilha vazada eram gastos públicos com o dinheiro do contribuinte de uma contabilidade oficial.A simples polarização de Dilma X FHC em qualquer coisa que seja, fará vincular a imagem de FHC, com forte rejeição, à candidatura de Serra, empurrando ele ladeira abaixo.Dilma subiu nas pesquisas durante o fogo cerrado na época do dossiê. Agora não seria diferente.Carlos Sampaio, entrou com a ação, porque queria subir no caixote para candidatar-se à prefeitura de Campinas no ano passado.Sua candidatura foi um retumbante fracasso eleitoral.Agora, esse processo correndo, revela-se um tiro no pé, que atinge a candidatura de Serra, porque arrola o nome rejeitado de FHC na campanha, ainda mais por causa de gastos com luxos e supérfluos de FHC.Não me surpreenderá se os demo-tucanos autores da ação tentarem desistir dela, ou pelo menos atrasar, para não ser assunto durante o calendário eleitoral de 2010.
O fim da estória
Duas pequenas declarações de nossa autoria, publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo na edição de segunda-feira (8), provocaram surpreendente reação dos partidos oposicionistas e de seus porta-vozes na grande imprensa. Nossas frases, juntas, mal somavam cinco linhas. Para respondê-las, o Estado Maior da direita brasileira produziu um editorial com 727 palavras, um artigo com outras 823 e uma nota conjunta (assinada pelos presidentes do PSDB, do DEM e do PPS) com mais 284.
O que dissemos para causar tamanha incontinência verbal? Dissemos que o mundo vive uma crise do modelo neoliberal, do qual PSDB e o DEM foram os grandes patrocinadores no Brasil. Óbvio do óbvio. Até as paredes sabem o que desgoverno FHC fez na década passada e o quanto seus sagrados mandamentos (Estado mínimo, privatizações, corte de gastos e choque de gestão, entre outros) estão umbilicalmente ligados à bíblia do neoliberalismo. Os principais gestores daquele desgoverno fizeram a apologia do “fim da história”, como se o capitalismo neoliberal pudesse representar a solução para todos os conflitos sociais, regionais e setoriais. Hoje, estamos assistindo ao “fim da estória”, aquela estória que nos contaram os “neobobos” que privatizaram o Brasil.
Não há qualquer novidade nesse diagnóstico. Expressá-lo é um direito. Repeti-lo, um dever de todos os cidadãos que não querem a volta do modelo responsável por quebrar o Brasil três vezes e que, hoje, ameaça jogar o mundo inteiro na mais profunda recessão desde 1929.
Nos países centrais do capitalismo, importantes gurus do neoliberalismo já vieram a público reconhecer seus erros. No Brasil, ao contrário, os que passaram a vida papagaiando estes mesmos gurus agora correm para trás da moita e se escondem ali, rezando para que esqueçamos tudo o que escreveram, disseram e praticaram até ontem. Compreensível que reajam de maneira histriônica quando alguém traz à tona a memória de um passado tão incômodo.
Digna de nota, nesse caso, é a comovente solidariedade entre os parceiros do projeto fracassado. PSDB, DEM, PPS e mídia – aqui muito bem representada pelo tradicionalíssimo Estadão – uniram-se no ataque às nossas observações, embora com discursos diferentes.
Enquanto os partidos dizem que não podem ser responsabilizados pela crise, o Estadão repete, em editorial e na coluna de Dora Kramer, a tese cômica de que o presidente Lula deve sua alta popularidade ao fato de supostamente ter mantido os “fundamentos” da era FHC. No espaço diário que mantém no jornal, a colunista parece tão convencida de seu raciocínio que chega a nos dar uma chance de reparação: “Pode ter havido um mal entendido”, diz ela. “Se houve, cabe ao PT esclarecer as coisas o quanto antes”.
Então vamos aos esclarecimentos. Em primeiro lugar, não houve mal entendido. Dissemos e reafirmamos: o projeto de país inaugurado pelo PT e pelo governo Lula é diametralmente oposto daquele que foi sepultado quando FHC, o PSDB e o DEM deixaram o Palácio do Planalto, por soberana vontade popular.
O governo Lula promoveu um inédito crescimento com distribuição de renda, realizando o maior processo de inclusão sócio-econômica de que se tem notícia na história do país. Para chegar a esse resultado foram fundamentais a reorganização do Estado – destruído e dilapidado na gestão anterior –, a recuperação dos bancos públicos, o compromisso com os mais pobres, o combate incessante às desigualdades sociais e regionais, a democratização do crédito e dezenas de outras políticas públicas que levaram ao surgimento de um vigoroso mercado interno de consumo e que em nada se assemelham à pregação neoliberal.
Com Lula, o Brasil também abandonou a habitual submissão aos interesses norte-americanos, diversificou suas exportações, privilegiou a integração regional, articulou-se com demais nações emergentes e passou a atuar como protagonista em todos os fóruns internacionais – sempre, diga-se, contra a vontade da oposição e da mídia em geral. Por eles, teríamos avalizado a ALCA (Área de Livre-Comércio das Américas), que sacramentava o Brasil como quintal dos EUA e cujo acordo FHC deixou pronto para ser assinado em 2005. Com a economia norte-americana em frangalhos, não é difícil imaginar o seria do país hoje se o governo Lula não tivesse brecado toda a operação.
Esses são os motivos pelos quais o Brasil é considerado, pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o país mais bem preparado para o enfrentamento da crise internacional. E esses são os motivos da alta popularidade do presidente Lula.
Os que se envergonham do que fizeram não se iludam. Nós, do PT, fazemos questão de promover esse debate. E não para “patrocinar uma volta às origens”. As mudanças que promovemos no Brasil em apenas seis anos são a maior prova de nunca nos afastamos de nossas origens e de nossos compromissos.
Ricardo Berzoini é presidente nacional do PT
Paulo Ferreira é secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT
O que dissemos para causar tamanha incontinência verbal? Dissemos que o mundo vive uma crise do modelo neoliberal, do qual PSDB e o DEM foram os grandes patrocinadores no Brasil. Óbvio do óbvio. Até as paredes sabem o que desgoverno FHC fez na década passada e o quanto seus sagrados mandamentos (Estado mínimo, privatizações, corte de gastos e choque de gestão, entre outros) estão umbilicalmente ligados à bíblia do neoliberalismo. Os principais gestores daquele desgoverno fizeram a apologia do “fim da história”, como se o capitalismo neoliberal pudesse representar a solução para todos os conflitos sociais, regionais e setoriais. Hoje, estamos assistindo ao “fim da estória”, aquela estória que nos contaram os “neobobos” que privatizaram o Brasil.
Não há qualquer novidade nesse diagnóstico. Expressá-lo é um direito. Repeti-lo, um dever de todos os cidadãos que não querem a volta do modelo responsável por quebrar o Brasil três vezes e que, hoje, ameaça jogar o mundo inteiro na mais profunda recessão desde 1929.
Nos países centrais do capitalismo, importantes gurus do neoliberalismo já vieram a público reconhecer seus erros. No Brasil, ao contrário, os que passaram a vida papagaiando estes mesmos gurus agora correm para trás da moita e se escondem ali, rezando para que esqueçamos tudo o que escreveram, disseram e praticaram até ontem. Compreensível que reajam de maneira histriônica quando alguém traz à tona a memória de um passado tão incômodo.
Digna de nota, nesse caso, é a comovente solidariedade entre os parceiros do projeto fracassado. PSDB, DEM, PPS e mídia – aqui muito bem representada pelo tradicionalíssimo Estadão – uniram-se no ataque às nossas observações, embora com discursos diferentes.
Enquanto os partidos dizem que não podem ser responsabilizados pela crise, o Estadão repete, em editorial e na coluna de Dora Kramer, a tese cômica de que o presidente Lula deve sua alta popularidade ao fato de supostamente ter mantido os “fundamentos” da era FHC. No espaço diário que mantém no jornal, a colunista parece tão convencida de seu raciocínio que chega a nos dar uma chance de reparação: “Pode ter havido um mal entendido”, diz ela. “Se houve, cabe ao PT esclarecer as coisas o quanto antes”.
Então vamos aos esclarecimentos. Em primeiro lugar, não houve mal entendido. Dissemos e reafirmamos: o projeto de país inaugurado pelo PT e pelo governo Lula é diametralmente oposto daquele que foi sepultado quando FHC, o PSDB e o DEM deixaram o Palácio do Planalto, por soberana vontade popular.
O governo Lula promoveu um inédito crescimento com distribuição de renda, realizando o maior processo de inclusão sócio-econômica de que se tem notícia na história do país. Para chegar a esse resultado foram fundamentais a reorganização do Estado – destruído e dilapidado na gestão anterior –, a recuperação dos bancos públicos, o compromisso com os mais pobres, o combate incessante às desigualdades sociais e regionais, a democratização do crédito e dezenas de outras políticas públicas que levaram ao surgimento de um vigoroso mercado interno de consumo e que em nada se assemelham à pregação neoliberal.
Com Lula, o Brasil também abandonou a habitual submissão aos interesses norte-americanos, diversificou suas exportações, privilegiou a integração regional, articulou-se com demais nações emergentes e passou a atuar como protagonista em todos os fóruns internacionais – sempre, diga-se, contra a vontade da oposição e da mídia em geral. Por eles, teríamos avalizado a ALCA (Área de Livre-Comércio das Américas), que sacramentava o Brasil como quintal dos EUA e cujo acordo FHC deixou pronto para ser assinado em 2005. Com a economia norte-americana em frangalhos, não é difícil imaginar o seria do país hoje se o governo Lula não tivesse brecado toda a operação.
Esses são os motivos pelos quais o Brasil é considerado, pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o país mais bem preparado para o enfrentamento da crise internacional. E esses são os motivos da alta popularidade do presidente Lula.
Os que se envergonham do que fizeram não se iludam. Nós, do PT, fazemos questão de promover esse debate. E não para “patrocinar uma volta às origens”. As mudanças que promovemos no Brasil em apenas seis anos são a maior prova de nunca nos afastamos de nossas origens e de nossos compromissos.
Ricardo Berzoini é presidente nacional do PT
Paulo Ferreira é secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT
Governo envia proposta de reforma política ao Congresso
Os ministros da Justiça, Tarso Genro, e das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, entregaram nesta terça-feira (10) ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), seis projetos de lei e uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que tratam da reforma política.
As propostas, de acordo com Tarso, sintetizam as sugestões colhidas pelo governo da sociedade civil, acadêmica, parlamentar e de entidades especializadas em política. O objetivo do governo com a iniciativa é dar celeridade à reforma política. “Trouxemos a colaboração do governo sobre a reforma política para que o presidente da Câmara possa impulsionar a discussão. Temos que destravar a reforma do sistema político brasileiro, que hoje já dá sinais de estafa. Estamos muito felizes que ele (Michel Temer) tenha essa reforma como meta, inclusive da sua candidatura. O governo não poderia ficar omisso neste compromisso”, afirmou Tarso Genro logo após a entrega das propostas.Proposta
As propostas apresentadas pelo governo contemplam os seguintes itens: Voto em lista fechada; financiamento público exclusivo de campanhas; inelegibilidade; fidelidade partidária; coligações e punição para captação ilícita de sufrágio (pena para o candidato que ameaçar ou constranger eleitor com o objetivo de obter voto ou apoio político). Já a PEC trata da cláusula de desempenho. “É um conjunto harmônico de medidas que, inclusive, podem ser tratadas e votadas separadamente”, explicou o ministro Tarso Genro.Aval
O deputado Henrique Fontana (PT-RS), líder do governo na Câmara, acompanhou a visita dos ministros à Casa e disse que se empenhará para que as matérias sejam votadas ainda no primeiro semestre de 2009. “É um conjunto de propostas excelente. O sistema político brasileiro precisa de alterações. Como líder do Governo vou atuar no Congresso para criar um ambiente que possibilite a votação dessa reforma ainda neste semestre”, adiantou.
Fontana reafirmou seu descontentamento com o atual sistema político do País e disse que a democracia brasileira será a principal beneficiada com a reforma. “Uma reforma política com conteúdo que pode, inclusive, ir além deste trazido pelo Executivo, é inadiável. Talvez uma das reformas mais importantes que temos que fazer, especialmente no que se refere ao fortalecimento dos partidos, com mecanismos de fidelidade partidária e financiamento público exclusivo de campanha”, disse
As propostas, de acordo com Tarso, sintetizam as sugestões colhidas pelo governo da sociedade civil, acadêmica, parlamentar e de entidades especializadas em política. O objetivo do governo com a iniciativa é dar celeridade à reforma política. “Trouxemos a colaboração do governo sobre a reforma política para que o presidente da Câmara possa impulsionar a discussão. Temos que destravar a reforma do sistema político brasileiro, que hoje já dá sinais de estafa. Estamos muito felizes que ele (Michel Temer) tenha essa reforma como meta, inclusive da sua candidatura. O governo não poderia ficar omisso neste compromisso”, afirmou Tarso Genro logo após a entrega das propostas.Proposta
As propostas apresentadas pelo governo contemplam os seguintes itens: Voto em lista fechada; financiamento público exclusivo de campanhas; inelegibilidade; fidelidade partidária; coligações e punição para captação ilícita de sufrágio (pena para o candidato que ameaçar ou constranger eleitor com o objetivo de obter voto ou apoio político). Já a PEC trata da cláusula de desempenho. “É um conjunto harmônico de medidas que, inclusive, podem ser tratadas e votadas separadamente”, explicou o ministro Tarso Genro.Aval
O deputado Henrique Fontana (PT-RS), líder do governo na Câmara, acompanhou a visita dos ministros à Casa e disse que se empenhará para que as matérias sejam votadas ainda no primeiro semestre de 2009. “É um conjunto de propostas excelente. O sistema político brasileiro precisa de alterações. Como líder do Governo vou atuar no Congresso para criar um ambiente que possibilite a votação dessa reforma ainda neste semestre”, adiantou.
Fontana reafirmou seu descontentamento com o atual sistema político do País e disse que a democracia brasileira será a principal beneficiada com a reforma. “Uma reforma política com conteúdo que pode, inclusive, ir além deste trazido pelo Executivo, é inadiável. Talvez uma das reformas mais importantes que temos que fazer, especialmente no que se refere ao fortalecimento dos partidos, com mecanismos de fidelidade partidária e financiamento público exclusivo de campanha”, disse
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Serra quer pedágio até nas ruas da cidade de São Paulo
Não é só mais pedágios nas estradas não, é pedágio nas ruas da cidade de São Paulo e “nas vias de ligação entre cidades das regiões metropolitanas do Estado - São Paulo, Campinas e Baixada Santista”.
O governo José Serra (PSDB) encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto de lei que prevê a implantação do pedágio urbano em ruas e nas vias de ligação entre cidades das regiões metropolitanas do Estado - São Paulo, Campinas e Baixada Santista. A proposta prevê ainda a criação de sistemas de rodízio de veículos que afetariam até as rodovias.As medidas estão dentro do projeto que estabelece a PEMC (Política Estadual de Mudanças Climáticas), que compreende uma série de ações para reduzir os níveis de emissão de poluentes em São Paulo.Com o projeto, Serra coloca o pedágio urbano, que é discutido há mais de uma década e jamais foi implantado em São Paulo, como diretriz de seu governo na área ambiental. A proposta foi assinada pelo vice-governador Alberto Goldman, já que Serra está em férias.
Evidentemente, na parte em que se refere ao pedágio nas ruas de São Paulo, o projeto depende da aprovação da Câmara Municipal e do prefeito Kassab. Você acha que passa, ou não?
E aqui em nossa querida Botucatu, também está vindo, entre as cidades irmãs Botucatu e São Manuel. Será que virá? Bom, agora que temos de volta o nosso Deputado para brigar por nós, esperamos que ele não nos dê esse presente de novo!
O governo José Serra (PSDB) encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto de lei que prevê a implantação do pedágio urbano em ruas e nas vias de ligação entre cidades das regiões metropolitanas do Estado - São Paulo, Campinas e Baixada Santista. A proposta prevê ainda a criação de sistemas de rodízio de veículos que afetariam até as rodovias.As medidas estão dentro do projeto que estabelece a PEMC (Política Estadual de Mudanças Climáticas), que compreende uma série de ações para reduzir os níveis de emissão de poluentes em São Paulo.Com o projeto, Serra coloca o pedágio urbano, que é discutido há mais de uma década e jamais foi implantado em São Paulo, como diretriz de seu governo na área ambiental. A proposta foi assinada pelo vice-governador Alberto Goldman, já que Serra está em férias.
Evidentemente, na parte em que se refere ao pedágio nas ruas de São Paulo, o projeto depende da aprovação da Câmara Municipal e do prefeito Kassab. Você acha que passa, ou não?
E aqui em nossa querida Botucatu, também está vindo, entre as cidades irmãs Botucatu e São Manuel. Será que virá? Bom, agora que temos de volta o nosso Deputado para brigar por nós, esperamos que ele não nos dê esse presente de novo!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Racha no Ninho Tucano
José Serra não consegue eleger o líder do PSDB na Câmara…
. (Leia sobre como José Aníbal deu uma surra no candidato do Serra, Paulo Renato de Souza - “Tucanos racham e criam dissidência na Câmara”, com chamada na primeira página: “Racha paulista faz surgir o PSDB do B” em O Globo, edição do dia 05.
. (Leia sobre como José Aníbal deu uma surra no candidato do Serra, Paulo Renato de Souza - “Tucanos racham e criam dissidência na Câmara”, com chamada na primeira página: “Racha paulista faz surgir o PSDB do B” em O Globo, edição do dia 05.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
SAUDAÇÃO INICIAL
Companheiros e Companheiras!
É com grande satisfação que nesta data, disponibilizo na rede o "Blog do Evê". Não sou jornalista, muito menos escritor. Sou um cidadão brasileiro, paulista e principalmente botucatuense, que busca criar um espaço de comunicação com as Pessoas de Bem.
Este espaço de ideias, diálogos e pensamentos, sempre estará pautado na verdade e servirá de alternativa a todos que queiram contribuir, principalmente aos ataques e mentiras do PIG de B.
Este espaço também é seu, junte-se a ele, divulgue-o.
Um forte abraço,
Axé à todos!
José Everaldo da Rocha
Aprovação de Lula chega a 84% e bate novo recorde histórico, mostra pesquisa
Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (3) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu uma nova aprovação recorde da população. Segundo o levantamento, 84% aprovam o desempenho pessoal do presidente. É a melhor avaliação já atingida por um ocupante da presidência desde o início da pesquisa, em 2001.
Na última pesquisa, em dezembro passado, a avaliação pessoal de Lula era de 80,3%. Quando Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003, sua aprovação pessoal era de 83,6%. A avaliação do governo Lula também bateu recorde. O levantamento revela que, para 72,5% dos entrevistados, a gestão do presidente é positiva, o que aponta para um aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao levantamento anterior.
Na outra ponta, apenas 6,4% dos entrevistados consideram o governo negativo. Para 21,5% do público, é regular.A série histórica da pesquisa destacou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nunca conseguiu manter a rejeição a seu governo abaixo do 23%.
OtimismoA pesquisa mostra ainda que, apesar do intenso noticiário sobre os efeitos da crise internacional no país, a maioria dos brasileiros se mostra otimista quanto ao futuro. De acordo com as respostas de 2 mil entrevistados, 65,4% acham que o ano de 2009 será melhor que o de 2008. Somente 17,7% acreditam que o ano que vem será igual a 2008, enquanto 12,4% responderam acreditar que será pior. Segundo a pesquisa, 57% dos brasileiros têm acompanhado a crise financeira mundial. Destes, 37,9% dos entrevistados dizem que o Brasil está preparado para lidar com o problema, e 40% pensam o contrário. Quando a pergunta é se o país sairá fortalecido da crise em relação a outros países, 41,9% responderam que sim, enquanto 27,5% disseram que sairá enfraquecido e 20,1% consideram que o país continuará “igual”.
A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de dezembro. Foram entrevistadas 2.000 pessoas em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Na última pesquisa, em dezembro passado, a avaliação pessoal de Lula era de 80,3%. Quando Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003, sua aprovação pessoal era de 83,6%. A avaliação do governo Lula também bateu recorde. O levantamento revela que, para 72,5% dos entrevistados, a gestão do presidente é positiva, o que aponta para um aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao levantamento anterior.
Na outra ponta, apenas 6,4% dos entrevistados consideram o governo negativo. Para 21,5% do público, é regular.A série histórica da pesquisa destacou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nunca conseguiu manter a rejeição a seu governo abaixo do 23%.
OtimismoA pesquisa mostra ainda que, apesar do intenso noticiário sobre os efeitos da crise internacional no país, a maioria dos brasileiros se mostra otimista quanto ao futuro. De acordo com as respostas de 2 mil entrevistados, 65,4% acham que o ano de 2009 será melhor que o de 2008. Somente 17,7% acreditam que o ano que vem será igual a 2008, enquanto 12,4% responderam acreditar que será pior. Segundo a pesquisa, 57% dos brasileiros têm acompanhado a crise financeira mundial. Destes, 37,9% dos entrevistados dizem que o Brasil está preparado para lidar com o problema, e 40% pensam o contrário. Quando a pergunta é se o país sairá fortalecido da crise em relação a outros países, 41,9% responderam que sim, enquanto 27,5% disseram que sairá enfraquecido e 20,1% consideram que o país continuará “igual”.
A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de dezembro. Foram entrevistadas 2.000 pessoas em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro é de três pontos percentuais.
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